quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Aquele passeio no RJ…

 

A ida ao Rio de Janeiro começou logo cedo, era 7:30 da manhã e o Jeferson já estava com a camionete encostada para irmos até sombrio, local de onde partiríamos. Lá nos aguardavam algumas pessoas já, risadas e cumprimentos.

O trajeto de ônibus seria penoso, todos sabiam disso, mais se tornou muito pior nos primeiros quilômetros, o que me fez agradecer por terem ocupado meu lugar na parte superior do veículo, pois a mesma estava com defeito na refrigeração do ar condicionado, e era indispensável, estava um dia quente.

Ônibus Lotado, tinha conversa para todos os tipos, fiquei no meu canto, mais quietinho durante a maior parte da viagem, tirando um momento ao qual eu levei o violão para o andar de cima e arranhei um pouco as cordas, o resto foi mais tranquilo, conversas, filmes, risos.. e por ai foi, as paradas eram sempre a melhor parte, poder esticar as pernas, o corpo. Relaxar.

Esqueci de mencionar que o ar condicionado foi concertado no começo da viagem.

Pouco tempo antes de adentramos na Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil, Cidade Maravilhosa, coração do meu Brasil… mais precisamente a 37 km(segundo informações das sinalizações de transito) a chuva se apresentou forte, parecia que o final de semana seria assim, chuvoso, conforme as expectativas criadas através dos programas de TV, mas logo ela passou e deu lugar ao Sol.

Chegamos, cada um se deslizou a seu quarto, se mantendo confortável a medida do possível, seguimos em direção ao corcovado, que mesmo sob um dia encoberto por nuvens, é muito massa, a van nos deixou bem abaixo, aos pés do Cristo Redentor, logo que vi as escadas já sabia o que eu ia fazer, subi todos os 220 degraus correndo, e alcancei o topo antes do povo que foi de elevador.

Todos que estavam lá em cima, compartilhavam de um mesmo sentimento, esperança, esperança para que o vento levasse para longe as nuvens e revelasse a beleza do monumento, em alguns momentos o vento fez isso, e era uma correria só, ABRIU, ABRIU, eles gritavam e todos corriam para as fotos.

Comprei algumas lembrancinhas, umas tantas foram esquecidas ou roubadas, não sei dizer, mas tinha em outra bolsa 3 outros itens, que vieram comigo e serão entregues para duas pessoas.

 

Estou com sono, depois eu termino a postagem, falo da Lapa, de Copacabana, Pão de Açúcar, o Evento, minha primeira viagem de avião, a chegada …

Beijos e Abraços

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Viajar é bom, mas o que colocar na mala?

 

Essa é a duvida que me prende na frente de meu guarda roupas.

Tenho uma mala de uns 30 litros eu acho, eu considero ela, uma mala de tamanho médio, preciso preencher ela com roupas acessórios e coisas para ficar 4 dias fora de casa, sendo basicamente 1 e meio no busão, já que resolvi não ir de avião.

Além do meu violão, notebook, smarthphone, carteira, dinheiro, cartões ..  o que mais eu levo gente?

AGRADEÇO de coração a ajuda, podem twittar as dicas. @redley_

Saída de Criciúma/SC  -  Destino Rio de Janeiro/RJ

Partida às 08:30 de Sexta – Retorno por volta de 00:00 de Terça.

Um Final de semana no Rio Galeraaa

As dicas mais úteis e criativas valerão lembrancinhas da cidade maravilhosa, diga-me o porque de levar tal item. :*

Fragmentos da História de Minha Vida - 2a Parte.

 

Bom, alguns dias se passaram até que ela me chamou pra conversar em particular, até então tudo normal, seria mais uma conversa amigável, mas naquele dia tudo mudaria, ela me disse que havia terminado com o seu namorado a 2 dias e que fez isso para ficarmos juntos.

A noticia veio como um propulsor, e me levou direto até a boca dela, começamos ali, sentados em cadeiras de plástico, brancas, e que estavam precariamente fixadas. andávamos juntos a algum tempo, conversando, rindo e brincando, eu mais parecia um daqueles amigos “gays”, mas depois dos beijos passamos a ficar juntos de verdade.

As aulas pareciam intermináveis, e os intervalos minúsculos, era quando ficávamos. As coisas foram esquentando, os amassos trazendo a tona desejos cada vez mais fortes, confesso que algumas coisas que eu fiz, pra mim eram novidades, devido ao fato de eu ter começado muito tarde (ao meu ver).

Resumindo um pouco mais a história, eu era virgem até conhecer ela, e tive minha primeira experiência sexual, no banheiro da faculdade, o banheiro por sinal estava extremamente limpo, realmente era pra ter acontecido, foi em um andar com muito pouco movimento, o qual eu já conhecia bem.

Os dias foram passando, e eu sentia falta dos amigos, das diversões e tudo mais, e voltei a me aproximar deles, inexperiente em relacionamentos duradouros, como eu era, acabei por me afastar dela. Em uma conversa, ela me perguntou, o que você esta achando da gente? Eu pensei “Ela vai querer terminar, porque eu to só com os guris”, em contra partida falei, “acho extremamente bom quando estamos juntos (entre outras coisas), mas notei que eu me afastei, e que não estou ti dando atenção, e acho que não conseguirei também, analisando esses últimos acontecimentos, acho que agente deveria terminar ou dar um tempo, e blá blá blá.

E foi assim, acabou, sentados no terceiro degrau da escada que levava até o quarto andar.

O tempo passou, digo-lhes que aquela menina que antes conversava comigo, e que alguns amigos em comum me diziam que ela estava afim de mim, já agia diferente, se afastara, hoje eu sei o motivo.

Na terceira fase, ela voltou a estudar em minha turma, fazia ainda algumas matérias para arrumar sua grade. Voltamos a conversar, e realmente é muito bom ter ela como amiga, só que ela não era apenas uma amiga pra mim, nunca foi. Ela ainda continuava com seu namorado, mas desta vez parecia determinada a terminar o namoro, mas sempre que ela ia fazer, a famosa PENA entrava em ação e ela não conseguia.

Acabei por me envolver com uma colega, algumas semanas depois disto em uma conversa descontraída, ela toda sorridente, alegre de certa forma e me disse que tinha terminado o namoro, e a única coisa que consegui foi parabeniza-la, e dizer que eu ficava feliz, afinal apesar de poucas pessoas saberem que eu estava com alguém, eu não podia trair, e nem muito menos fazer isso com ela, ao qual eu gostava tanto.

Esse fato foi o que levou aos próximos dois anos.

To be Continue..

domingo, 2 de janeiro de 2011

Fragmentos da história de minha vida.

 

Tirando aquelas paixões derradeiras, de quando estamos nos primeiros anos escolares, que ficamos apaixonados e nunca contamos para ninguém, a não ser para nosso melhor amigo, que as vezes também tinha a mesma paixão. Dizia-nos apaixonados, dizia-nos amando, mas na realidade não sabíamos dizer realmente o que era o amor, já experimentei o sabor do amor.

Já fazem alguns anos desde que esse amor de escola se foi, e deixou um sentimento de amizade no lugar, mas essas coisas marcam, ainda lembro de todas as fantasias que eu tinha: Um dia alguns grandalhões tentariam machucar ela, e ai eu entraria em cena, com toda minha bravura e minha experiência em absolutamente nenhuma briga, claro além das que eu imaginava, defenderia ela, e mesmo que eu levasse uma surra, ela me teria como seu herói e despertaria um sentimento semelhante ao meu.

Bom essa era só uma delas, claro que nada parecido aconteceu, e claro que eu nunca contei pra ela, fiquei com minha imaginação, e o tempo amadureceu meus pensamentos e desejos.

Me apaixonei e desapaixonei (existe isso?) muitas vezes, pois a paixão nos permite aproveitar ao máximo os momentos, enquanto a mesma queima. Não sou e nunca fui um cada que chama a atenção das mulheres, isso desconsiderando alguns segredos que não revelarei.

Passara-se mais de 2 anos desde que a conheci, ela é absolutamente linda, com um sorriso radiante que transpira beleza, ainda lembro de tudo. Ela namorava, e eu me obrigara a suportar todos os meus desejos em honra aos meus princípios (tenho provas disso okay?).

Era claro que ela sentia algo forte por mim, em nossas conversas descontraídas entre os amigos, nosso olhos não se deixavam, o que me deixava mais intrigado, ela recusara-se a terminar com seu namorado, mesmo declarando que já não gostava dele a muito tempo, tinha pena, pena, estávamos presos a um sentimento de pena.

Aprendi a continuar a viver, a conhecer pessoas novas, sem ser escravo dos sentimentos, o que foi muito importante no decorrer dos anos, desde meus 16 eu adotara essa conduta, e sou grato até hoje.

Conheci uma outra menina, tinha dificuldades com os cálculos da faculdade, justo nos cálculos onde eu sou especialista, seus cabelos cacheados, sua pele morena, olhos negros como a noite e brilhavam como a lua, logo nossas conversas rompiam os limites dos números, e nossas vidas estavam expostas, ela enfrentara a mesma situação, problemas no relacionamento, achei que eu estava destinado a me atrair por esse tipo de mulheres e que passaria a vida sem poder aproveita-la, sorte minha eu estava enganado, ela se recusara a continuar o relacionamento que já estava em frangalhos e apostava em um novo relacionamento, no qual eu era o protagonista.

To be Continue.

Como ser um Pirata, recomendo.

 

Como ser um pirata é realmente fascinante, este livro trás em uma linguagem fácil uma visão de como era a vida dos Vikings, mais precisamente dos Hoolingans Cabeludos.

Ao ler essa pequena obra, me lembrei dos meus primeiros ensinamentos, a luta com espadas em alto mar, é uma das atividades mais divertidas que já participei. Naquela época eu era conhecido como Braço de Pedra, O Imbatível, ao contrario de Soluço não tive problemas com tesouros, ou com meus dragões, nem ao menos com minha espada.

Mas já faz muito tempo, eu deveria ter escrito minhas memórias também, talvez ajudasse soluço nesses momentos difíceis.

Como ser um pirata deixa claro para todos os que ainda não conhecem os Vikings como eu os conheço, visto que já fui um deles, que de maneira nenhuma devesse duvidar de uma mensagem dizendo NÃO ABRA ou NÃO TOQUE, vindo de um antigo e maligno pirata Viking dos mares.

Um conselho a todos, se virem algo parecido, fujam para mais longe possível.

Fora isto, é uma leitura muito divertida.

OBS: não emprestarei-o, não peça-o. rs

sábado, 1 de janeiro de 2011

Um sonho?

 

Depois do ultimo acontecimento, tudo parece ter estagnado, a minha vida voltou a ser simples e normal, bom seria normal se eu fosse normal. A perda de minha irmã realmente me deixou acabado, mas segui em frente com ajuda de amigos, hoje consigo olhar pra trás e encarar o passado.

Meus sonhos tem sido tão reais, que eu tenho a impressão que não são sonhos.

Acordei, estava em um acampamento, e ouvia muitos gritos, gritos de guerra, saí e me deparei com uma imensidão, um mar de cabeças e elmos, espadas e lanças começaram a bater contra escudos de bronze. Percebi em instantes que todos aclamavam por minha presença, mas eu ainda não tinha me localizado. Meu corpo pesado, como se eu carregasse comigo um grande peso, e de fato, eu envergara uma armadura de ouro.

Avancei em meio a multidão, um corredor se abriu, caminhei até junto dos Reis que ali estavam, meus soldados ansiavam pela guerra, pois até então apenas observava-mos os acontecimentos, mas hoje teremos nossa sede saciada.

As duas forças a postos, cada um dos soldados, estava pronto, ao sinal da trombeta começaria um massacre, meus soldados eram os melhores e mais temidos de toda a Grécia, diziam os crédulos que erámos o exercido de Zeus, não deixaria de ser verdade pois eu próprio sou neto de senhor dos deuses.

O som da trombeta fez todos os homens dispararem como cães famintos, comigo segui Automedonte, meu amigo e condutor de meu carro, ele já sabia qual seria nosso destino. Fomos direto para o centro, onde as espadas brandiam seus cantos da morte.

Eu eliminara, dilacerava cada um dos meros soldados que vinham ao meu encontro, não era nenhum esforço pra mim, assim como para Ajax, meu grande amigo e companheiro das batalhas, devastamos o exercito ao nosso redor, assim que ele se juntou a mim, um inumerado numero de corpos caia sem parar, eu e meus soldados dizimava-mos o inimigo.

Foi quando eu avistei o Príncipe Troiano, imponente ficara tão bom com a minha armadura, quanto eu mesmo, era corpulento o suficiente para enverga-la, fui ao seu encontro, e ele me viu, a ânsia pelo combate nos dominara, mas quanto mais perto, mais difícil de termos um duelo, havia uma massa muito grande de soldados.

Os troianos estavam sendo aniquilados, alguns príncipes, e nobres de Tróia já tinham perecido neste dia, minha velha lança se encarregara de uns tantos. A tática de faze-los se separar havia dado certo, e nosso exército os faziam fugir em direção da cidade, para de trás das muralhas.

O exército de Ajax era tão eficiente quanto o meu, não sobrou nenhum troiano vivo, quando os encurralamos na bahia do escamandro. Voltei correndo, ferozmente em direção aonde estaria a outra parte do exercito Troiano, a procura de meu inimigo, Ulisses logo me informou que não conseguiram impedir a entrada do exercito nas muralhas.

Xinguei, enfurecido por não ter podido matá-lo. Regressamos para o acampamento, a meia légua dali meu nome fora gritado, por uma voz firme, quando percebi quem era, agarrei a velha Pelion e me lancei correndo.

No encalço dessa corrida, o cenário mudou, eu estava sentado em minha cama, cansado, como se acabara de sair da mesma batalha que vivi em meu sonho. Acordei.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A/C @bia_Teixeira

 

Acredito que a Noite sabia, sabia de como seria bela a nossa amizade, e por esse motivo ela não se demonstrou bela, a lua estava encoberta, a noite era chuvosa, alguns pingos teimavam em cair e molhar os poucos corajosos que estavam nos locais desprotegidos da chuva.

Eu acabara de sair da Lan House, a Lan House do Nado (não lembro o nome correto agora), junto com um grande amigo, nós treinávamos Karatê juntos, e éramos companheiros de treino, estávamos em um nível competitivo bem elevado e vencíamos todos os torneios que participava-mos. Ele era 2 faixas mais avançado que eu.

O motivo de sair da Lan House e abandonar nossa sessão Nerd, foi o toque da namorada dele, que já estava o esperando na pracinha da igreja matriz da cidade. Eu não a conhecia, não sentia nada por ela, nem coisas boas nem coisas ruins.

Ela completava mais um ano de vida, um dia antes de mim, ela faria 17 anos, e eu 18.

Lembro que apesar de não nos conhecermos, continuei a ser o mesmo palhação de sempre, o que tornou a noite bastante divertida, nós três ficamos conversando por bastante tempo.

Não sei ao certo a sequencia após este dia, derrepente ela era o meu refúgio e eu procurava sempre ajuda-lá em suas confições.

Não ficamos amigos por dinheiro, não ficamos amigos por interesse, ficamos amigos por que… sei lá por que. Sei que meus sentimentos por ela são de amor, o amor verdadeiro que não se acaba com o tempo, o amor provindo da amizade.

Após 3 anos, acredito que ontem foi a primeira vez que nos presenteamos no natal, foi muito legal, passamos na sorveteria, onde meu copinho de sorvete pareceu mais um Buffet inteiro, tinha todos os sabores, o dela mais refinado continha os que a agradavam e muito.

Esquecido como eu sou, e ela já sabia, esqueci de embrulhar seu presente, mas ela não ligou, apenas riu, o que me deixou mais aliviado.

Como eu fui o Papai Noel, para não fugir das tradições, quando a presenteei ela me esperava com uma meia com guloseimas, e biscoitos, o leite ela não trouxe pois derramaria. A noite acabou com ela exigindo a dedicatória no livro, a qual eu tinha me esquecido de fazer (também). EU não sabia o que fazer, não tinha ideia do que escrever, e quando comecei a folha foi insuficiente.