sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Seguindo em Frente

 

Não a encontrei.

Procurei durante dias, dias estes que eu não pude descrever para vocês, vasculhei cada lugar do mundo, fui a todos os 4 cantos e a todos os 7 mares, mas não consegui, acha-la estava cada vez mais impossível, não conseguiu sentir sua presença, o que me deixava mais triste, eu sempre senti ela, nós tínhamos um laço muito forte, não importasse o lugar que fosse, eu sentia ela.

Só há um jeito conhecido para que isso fosse possível, ela estando morta, é a única forma de eu não a sentir, eu torcia para haver outra forma. Falei com 7 dos 9 anciões, e todos eles me confirmaram o que eu não queria ouvir, para falar com os outros dois, teria que esperar 10 anos, os mesmos estavam em uma transe Inter-mental, o que permitia a eles, conhecimentos de muitos pontos do subconsciente, essa transe exige 5 anos de concentração antes de ser iniciada, e dura 12 anos, nesse tempo o corpo não envelhece nem se alimenta, ele sobrevive do poder de cada, se a pessoa não tiver poder suficiente, ela morre.

Passei 14 dias sem dormi, em minha busca, e passaria mais se não fosse uma Amiga, uma irmã, me induzir ao sono, Dormi do dia 8 de Dezembro ao dia 15 de Dezembro de 2010. A única coisa que me lembro, é de ouvir uma mensagem, “Siga em Frente”.

Acordei em um pulo, houve uma explosão de luz quando eu abri meu olhos, o sol estava me dando tapas para acordar.

É provável que eu não a encontre mais, e não posso deixar minha vida parar, isso acontece, preciso viver com isso, eu sabia que essas palavras não eram verdadeiras, mas eu tinha que tentar.

Cheguei Rápido a casa de um conhecido, o qual me atualizou.

Não aconteceu nada de mais, além do fato de uma amiga ter, tentado, disputado um campeonato como humana, abdicando de seus poderes durante o mesmo, sob pena de perca total caso descumprisse. Ela estava indo bem, em sue novo Roller Speed Pro, até que ao tentar fazer uma manobra ela esqueceu-se que seu corpo podia quebrar, resultado, hoje ela está toda engessada, sorte a dela que eu já estou melhor, e fiz com que ela ficasse apenas com o braço esquerdo engessado.

Voltei a Trabalhar e o mesmo tem me sugando muita energia. É muito mais fácil caçar dragões do que trabalhar lidando com pessoas, é muitas perguntas e pedidos.

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Rapto

 

Dia 24 de novembro, acordei com a sensação que este dia me traria alguma atividade.

Havia um evento na cidade, um evento que reunia muitas pessoas. Soube que haveria um convidado, convidado o qual eu não conhecia e nunca tive informações a respeito dele. Não achei históricos sobre ele, como pode? o dito rei da Dinamarca vir para cá e tão poucas pessoas ficarem sabendo.

Fiquei apreensivo quando ela disse que iria cobrir o evento, eu não poderia estar por perto, estaria em prova na faculdade (Também tenho vida social),tentei fazer a prova o mais rápido possível, a prova era extensa e como eu não tinha estudado, acabei por estender meu pescoço por cima dos ombros dos colegas.

Fim da prova, fui correndo até o local onde haveria o evento, ao me aproximar de lá, fui percebendo que pessoas e carros seguiam a mesma direção, fiquei 50% preocupado, das duas uma: ou o evento estava bombando ou algo de ruim deveria ter acontecido, e era o que me preocupava.

Parei de fingir que era uma pessoa normal, espero que ninguém tenha visto eu desaparecer, estava com uma sensação ruim, o que me fez acelerar e romper os segundo, cheguei. A multidão se amontoava perto da entrada, havia bombeiros e policiais por toda parte, alguns postes haviam cedido em sua postura e estava inclinados.

Não conseguia sentir ela, caramba, CARAMBA!

Tenho certeza ela não estava lá, eu sentiria ela. Ouvi meu nome, um amigo estava em um canto escondido e mais escuro, fora do foco do público, mesmo invisível para alguns olhos ele se protegia, parecia estar muito ferido, e estava transformado.

Seu braço estava estraçalhado, como um legume no triturador, eu percebi a dor em seus olhos, me aproximei e preparei-me para os primeiros recursos de socorro, ele me impediu.

- Guarde suas forças amigo, você vai precisar.

- O que aconteceu aqui? quem fez isso com você?

- Tinha um cara, eu nunca tinha visto ele por aqui, mas parece que ele me conhecia, ele me vigiava e vigiava ela, enquanto o desfile acontecia, ele foi rápido, se fosse do meu nível eu não o perceberia agindo. Cheguei antes dele e me pus entre ele e ela. Mandei que ela saísse mas você a conhece melhor do que todos.

- Imagino que ela não saiu. Disse eu sem nenhum surpresa no tom

- É, ele é forte, assim que me atingiu, parecia que controlava minhas moléculas e meu braço, meu braço, bom você está vendo. Ele a paralisou, não sei como, ele descobriu a sua ligação.

Todos temos um ponto vital, para os humanos comum, cérebro e coração são os principais, mas nós, nós temos um único ponto, que nos liga ao mundo, ele que nos mantém vivos, é como um cordão umbilical que alimenta a vida do feto. É o nosso ponto fraco, em conhecimento dos inimigos é muito perigoso, podem nos matar se desejarem, e alcançarem. Normalmente é em um lugar bem protegido.

- Ele a levou, e eu só consegui arrancar isso dele.

Era uma bandeira bordada no tecido que fora arrancada da jaqueta, não soube identificar mas me parecia a bandeira da Dinamarca. Coloquei-o sobre os ombros e parti em direção a casa do Wagner, para os devidos cuidados.

- O que aconteceu?

- Eu n devia ter deixado ela ir sozinha, estava perigoso, ela vinha me falando de sonhos e visões estranhas, mas ela insistiu tanto e disse que se cuidaria, não consegui negar isso pra ela.

- A culpa não foi sua, como você iria prever? você sabe que os laços emocionais lhe impedem de prever o que acontece com as pessoas intimas a você.

- Eu devia ter feito algo, eu poderia ter usado um pouco dos meus poderes para fazer a prova.

- Mas se não acontecesse nada você estaria rompendo a palavra que deu a ela, e você não faria isso.

- Tenho isso aqui, o Alisson pegou do cara que os atacou. Entreguei a ele o pedaço do tecido com a bandeira.

Ele examinou e disse: “- tem mais algo aqui, um símbolo, uma inscrição. Parece que alguém na Dinamarca não tem gostado muito do que você vem fazendo, é um desafio”.

- Mas quem?

- Não sei, talvez faz parte do desafio você descobrir.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Diarios

 

A segunda feira chegou estávamos no dia 22 o mês começou o seu fim.

O trabalho continua exigindo muito de mim, as vezes me privo de chegar no mesmo horário que costumava, fico em casa 1 hora a mais, da minha cama faço um planejamento do dia, o que deve ser feito, ordem de procedimentos. Agora eu sou o Gerente, e isso cabe a mim, antes pelo contrario não precisava fazer essas analises, chegava na empresa e ai lembraria, caso não ocorresse assim, o gerente me lembraria.

Os dias costumavam passar mais devagar, eu tinha mais tempo pra tudo, mais tempo pra ver o tempo passando. O dia terminou, havíamos combinado de ir ao Shopping assistir um conto, Harry Potter. Harry Potter fala de um menino bruxo com problemas sociais (o filme é animal, vale muito a pena ir assistir), muito comum nos dias atuais, comum ao menos pra mim. Ah! diferença básica: não usamos varinhas.

Nem todos que conseguem manipular os elementos da natureza, e certos poderes são bruxos. Alguns adquirem poderes e habilidades com fatos totalmente atípicos, como por exemplo o meu caso, ou o caso do Wagner. Pra você entender, além da visão sob a névoa pessoas como nóes desenvolveram habilidades que nos tornam um tanto quanto diferentes, alguns são chamados de Bruxos, Magos, Magicos, Alquimistas, Ilusionistas, entre outros.

A noite de segunda feira se encerrava assim, Harry Potter em buscas de umas Horcrux, e Voldemort fudendo a vida dele.

Seguindo para terça dia 23, não lembro do que aconteceu durante o dia, eu estava desligado do meu eu. Lembro apenas de ter palestrado um projeto, do qual nem sabia o assunto, menti durante todo o mesmo.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Lembranças

 

A manhã de domingo é algo que não vivi, pelo menos não a parte consciente e subconsciente de minha existência, talvez o inconsciente ficou fazendo algo e achou melhor manter segredo.

A tarde ficou por conta de um papo mais sossegado com o Wagner, que estava em minha casa, colocamos a conversa em dia e discutimos uma antiga ideia de criação de uma saga de livros. Seria um conto sobre uma vida passada, em que fomos integrantes do mesmo cenário. Provavelmente sairá do papel.

Um velho apelido veio a tona, Guardião e em algumas vezes para sacanear me chamavam de Querubim. Conseguir desenvolver a habilidade de voar é muito raro, muito poucos dos nossos conseguem, e quando eu digo poucos são poucos.

Em um passado não muito distante, tivemos um problema de contenção, uma menina, lembro muito bem dela, pele clara e com olhos escuros, seu cabelo preto era liso e macio, carregava um aroma doce, como se a primavera vivesse junto com ela, não era baixa nem alta. Aparentava ter 20 anos, ela tinha a minha idade, a única coisa que não lembro é seu nome (espero que ela não leia).

Há algumas pessoas que só descobrem seus poderes entre a puberdade e a o início da vida adulta, ou até mesmo por volta dos 40. Ela faz parte do primeiro caso.

O seu corpo estava quente… pude sentir ele se aquecendo a medida que ia me aproximando, ela estava com medo, e isso é normal nesses casos, até algumas horas atrás tudo era normal e agora isso. o Pior que podia ter acontecido era ela explodir, eu precisava evitar. Nada do que as pessoas falavam adiantava, ela estava assustada demais pra acreditar que havia mais pessoas como ela, tudo só piorava. A Adrenalina é um ótimo combustível para o fogo, esse tipo de fogo.

Uma descendente do fogo, pode causar muito estrago,um dos presentes mencionou que ela poderia explodir se não se acalmasse, só piorou.

O tempo era curto, estávamos em uma rua próxima a uma escola, em pleno horário de aula, eu era o mais metido a "heróizinho" tinha que fazer algo, se não contivéssemos a explosão dessa essência dela, uma tragédia estaria sendo escrita.

- Apenas confie em mim. Falei enquanto começava a correr na direção dela.

- O que?

Abracei ela e senti seu calor intenso, ela estava queimando literalmente, o fogo já circulava suas linhas, percebi que minha pele não suportaria por muito tempo, já já ia me queimar feio.

- Me Abraça. gritei

- O que?

- Você não sabe falar outra coisa? confia em mim.

Ela me abraçou tão forte que ainda sinto seus braços envoltos a mim, o fogo fazia seu cheiro penetrar mais ainda, foi o que me fez parar de pensar em meus braços queimados e ardendo muito.

Tinha que ser agora, tinha que funcionar, para o bem de todos, para o bem dela, e também por que eu queria continuar vivo. Saltei, usei toda a minha força pra me atirar o mais alto possível, ela me apertou mais e minha camisa acabara de cair em trapos enquanto queimava as ultimas linhas de tecido.

Olhei pra ela antes de fechar os olhos, e assim imaginei meu corpo flutuando, o ar conspirando ao meu favor e não me deixando voltar para o chão, isso não acontecia. A gravidade começou a trabalhar contra mim, a queda era inevitável, seus cabelos subiam. Fracassei.

- Obrigado por tentar.

Uma dor súbita correu pelo meu corpo, soltei meu braços enquanto me contorcia para trás, ela não caiu, segurava firme. Não conseguia mais enxergar minha visão ficou branca, foi quando o vento que jogava os cabelos para cima, transformou-se em brisa e acariciava o meu rosto. Recuperei a visão. Estava a uns 300 metros do chão.

Em meus braços ela estava calma, a adrenalina não me permitiu sentir as dores das varias queimaduras, com a cabeça em meu peito ela estava de olhos fechados e sorrindo.

- Você é meu anjo da guarda?

Eu sorri. – Posso ser.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Diários

 

É sábado, 20 de Novembro de 2010, o dia seria mais um dia se não fosse pelo aniversário de uma amiga. O planejamento estava feito, a tarde o Wagner deveria estar as 3:00 p.m. em minha casa para irmos comprar os insumos para o churras de logo mais, o Guilherme estava convocado.

Tinha-mos acertado com um amigo para ajudar-nos nessa tarefa, o Gaúcho se responsabilizou durante toda a semana pela escolha das carnes e pelo preparo das mesmas, mas no dia anterior ele deu uma de ambientalista, achou que se engolindo o arame de seu aparelho ortodentário ele estaria transformando o metal em algum tipo de material orgânico, n deu certo, dia seguinte ele teve que fazer a  extração do objeto através de cirurgia.

Na ausência de um especialista fizemos o que estava ao alcance, marcamos de encontrar uma amiga no supermercado X da cidade, o Wagner, como já é de costume, atrasou cerca de 1 hora, o que complicou o combinado anterior, nesse tempo em atraso o carro dela quebrou (aquela desculpa básica).

Enfrentamos algumas horas de fila, minto, enfrentaria-mos se n fosse algumas habilidades adquiridas com o tempo. Para evitar qualquer comentário indesejado depois eu disse que não sabia escolher carnes para churrasco, foi então que o Guilherme disse que sabia, e que isso era uma especialidade dele, puro blá blá blá. No fim das contas eu que escolhi.

Após algumas horas de mimimi dele tentando se justificar começamos os preparativos, e as pessoas foram chegando, meu irmão mais velho participou desta e logo estava alterado devido ao consumo de álcool, mas já adianto que não foi só ele, outros participantes incluindo a aniversariante já não eram mais os mesmos de quando chegaram.

Ao som de Violão e Musicas no Notebook a festinha foi se alongando, quando começou a rolhando, sendo que a rolhada era uma dose de Orloff eu já sai de perto, é ruim demais, depois disso veio a rodada de verdade ou consequência, deu pra tirar algumas ideias sobre cada uma das presentes em vários aspectos, que só não falaram mais por falta de tempo.

5:00 a.m a festa se encerrava, após 7 horas não houve reclamação do churrasco, o que me deixou mais aliviado. Convidei o Wagner e o Guilherme pra ficarem mais um pouco e jogarmos umas partidas de PES11 no notebook, n foi o que aconteceu, comemos a pizza que tínhamos comprado para garantir, caso a carne n ficasse boa, um plano B. Falamos sobre alguns assuntos e situações que aconteceram, e depois cada um em um canto distante e seguro, dormimos. Cansaço!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Algumas explicações

Dia 20 de Novembro de 2010. Antes de continuar a ler esses contos diários, você precisa saber de algumas coisas:
- Nem sempre é o vento que fecha sua porta, ou que faz barulhos em sua janela;
Os olhos não conseguem ver tudo, é necessário uma visão a mais, a qual chamamos de visão (rsrs), ao contrário de filmes e historinhas e estorinhas que são contadas por ai, é uma forma de parecer um pouco mais normal.
Para poder ter essa visão que citei, você tem que morrer, mas não morrer de qualquer forma e também não morrer pra sempre, é necessário que você se sacrifique para salvar alguém. Mas apenas o sacrifício não basta, o sacrifício tem que ser aceito plenamente pela outra pessoa, o que é muito difícil. Até hoje conheci apenas uma pessoa que chegou a isso, é o meu melhor amigo. Quando um sacrifício desses é concretizado, para que a pessoa consiga voltar (tem que ter mais sorte do que juízo), um bebê de no máximo 4 meses 2 semanas e 1 hora tem que ter morrido a pouco tempo, no tempo em que os médicos ainda tentam traze-lo de volta. É a forma mais difícil de chegar onde eu cheguei.
Minha história foi diferente, incomodo minha mãe desde antes de nascer, não por minha culpa, minha família nunca foi um exemplo de boas relações, meus pais brigavam muito e algumas vezes partiam pra violência física, isso prejudicou e muito a gravidez, no parto minha mãe sofreu de eclampsia (link explicativo guiadobebe), não que tenha sido só isso, mas o fato ajudou a chegar em tal estágio.
Em 1989 os estudos sobre a mesma ainda não eram tão abrangentes, e as formas de se tratar tal situação eram precárias, a ideia que se tinha e que foi passada posteriormente, era que normalmente um dos dois não sobreviveria e que em muitos casos morrem os dois. Vou resumir daqui pra frente. Minha mãe apagou, e ela não podia ter feito isso, não pode evitar devido as complicações, eu fui o primeiro a saber, segundos depois eu não sentia meu coração batendo e já não ouvia as vozes. A última coisa que lembro, minha mãe chorando enquanto me abraçava: – "eu tentei meu filho, não fui forte o suficiente".
Eu estava morto e ela também, mas não queria estar, queria estar com ela, queria ver a luz do dia com meus próprios olhos, queria comer, eu estava faminto.
Acordei por volta de três anos depois, que é o ponto onde a minha memória me permite lembranças. Ninguém soube explicar o que aconteceu, como nós estamos vivos hoje?, e eu ainda menos, pois em um segundo eu estava morrendo, estava morto e depois acordo em uma cama, já com cabelo e gordinho.
Talvez tenha sido algum sacrifício. Não tenho como saber, os mais antigos e experientes contam que, quando o bebê consegue manifestar seu desejo ele é capaz de salvar duas vidas no parto, e dizem que foi isso que aconteceu. Gosto mais dessa última.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Diarios

 

06:12 marcava no meu celular, 17 de novembro de 2010.

No meu trabalho recebi um e-mail de um velho conhecido que me pediu ajuda, algo relacionado com bruxas, para fins de interpretação, o e-mail era referente a um processo jurídico e citava algumas palavras do tipo, anciã e efeitos colaterais, uma espécie de código que juntamente com o texto me deixou claro o pretexto.

Convoquei um grande amigo e parceiro nas ultimas caçadas, que se prontificou a estar junto nessa viagem, pegamos a estrada 1350 km, tivemos que mexer uns pauzinhos para conseguirmos chegar em menor tempo. o Wagner deve ter algum problema, o carro dele nunca está limpo, poder ser alguma superstição ou mania, não sei.

O dia estava cinza e feio, muito diferente de ontem, algumas gotas caiam sobre o veículo, eu torcia para cair uma forte chuva, consequentemente lavaria o carro por fora, enquanto escolhíamos uma mídia para ouvirmos algo estourou no para-brisa, ficou horrível, liguei o limpador, não tive sucesso, ficou ainda pior, fui forçado a fazer algumas gotas cair sobre o carro e desfazer a burrada, não posso fazer isso, me desgasta a um nível critico, mas algumas gotas é mais light.

Chegamos ao destino, a cidade cheirava a crisântemo e incenso, ficou fácil identificar que o e-mail era verídico pois os a quantidade de magia que estava circulando no ar, para fazer com que os humanos não vissem o que realmente estava acontecendo me causava nausêas. Algum tipod e feitiço de fome estava no ar, as pessoas acabavam por proporcionar um canibalismo sem ao menos notarem, acho que elas se imaginavam em um MacDonalds e apenas se servindo.

O jeito mais fácil de acabar com as bruxas é queimando suas almas, o problema é desconbrir onde as mesmas estão escondidas, normalmente é em algum amuleto, ou adorno junto ao corpo da mesma. Sabendo do vasto conhecimento teórico do Wagner, que inclui pronunciações de magia, que algumas eu ainda não conheço, será muito útil.

Quando uma bruxa tem que se empenhar em combater um feitiço direto ela perder o foco periférico, e foi assim, graças as longas horas de estudo dele, consegui me aproximar do corpo de uma e roupar o unico adorno que ela tinha em seu corpo, um coração esculpido em esmeralda, quando ela percebeu meu contato me jogou en direção à parede, mas foi a parede errada, pois fiquei próximo da lareira, o resultado está claro.

O contato com uma bruxa sempre causa efeitos colaterais, mesmo ela estando extinda ainda ficamos enfeitiçados por algumas horas, após o mesmo paramos em um cidade à 400 km de disntancia, com muita muita fome, fomos ao shopping mais proximos e sentamos no MacDonalds. Boatos dizem que foi o record de consumo por pessoa, mas de todos o BIG Mac oferece o melhor custo benefícil, liderando junto com o BIG Tasty.

O resto do dia foi apenas um complemento, nada de mais ou anormal aconteceu, o dia se encerrou, do meu travesseiro meus pensamentos viajavam por quilometros tentando descobrir de quem seria aquela misteriosa força que eu senti no dia anterior.